esse post é mais uma brincadeira de reflexão que um comentário realmente.
hoje estava vendo no blog do gjol que também o le monde passaria a cobrar uma assinatura para visualização online de seu conteúdo impresso (o post foi esse). na verdade esse tema está em destaque há algum tempo já entre jornalistas e pesquisadores do jornalismo digital (desde as declarações do Murdoch, de que fecharia o conteúdo de seus veículos, como já fez com o wall street journal, e mais recentemente com o the times).
o fato é que, tanto a gente fala que eu não sei se se esquece que no brasil isso não é nenhuma novidade ou polêmica. só pra ficar em exemplos locais e dos quais posso falar com mais propriedade, o conteúdo do jornal do commercio, do recife, só está disponível para assinantes – havendo as possibilidades de assinar o jornal, apenas a versão digital, ou utilizar uma senha de assinante uol. e foi assim desde que me entendo por leitor online de notícias.
há pouco tempo é que o principal concorrente do jc, o diario de pernambuco, ao modificar o endereço e layout do site passou a disponibilizar gratuitamente o conteúdo do veículo impresos na rede (ainda que mantenha restrito a assinantes a versão flip do jornal, com as páginas digitalizadas).
enfim, como disse, é mais por brincadeira que me pergunto se é mania de pioneirismo d epernmabucano, ou os jornais brasileiros, como o jornal do commercio, não seriam precurssores da onda murdoch de cobrar pelo acesso aos conteúdos.

Escrito por rodrigo martins